O mercado imobiliário voltou a aquecer em 2025 — mesmo com a Selic ainda em patamar elevado, o investidor inteligente sabe que o imóvel certo continua sendo um dos ativos mais seguros e rentáveis do Brasil.
Mas surge a dúvida: vale mais a pena comprar um imóvel na planta ou pronto?
Ambos têm vantagens, riscos e estratégias diferentes — e entender esses detalhes pode ser a chave para dobrar o retorno sobre o investimento.
1. O potencial de valorização dos imóveis na planta
Investir em imóveis na planta continua sendo uma das formas mais eficazes de multiplicar capital no médio prazo.
O principal motivo está no ganho de valorização entre o lançamento e a entrega das chaves, que pode chegar a 20% a 40% dependendo do projeto e da região.
Vantagens principais:
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Entrada mais acessível: o comprador paga o valor de forma parcelada durante a obra, com menor desembolso inicial.
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Valorização durante a construção: quanto mais a obra avança, maior o preço do metro quadrado.
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Imóveis novos, com design e tecnologia atualizados: atraem maior demanda na revenda e melhor valor de locação.
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Baixo risco de depreciação: por se tratar de um ativo recém-construído.
💡 Exemplo prático:
Um studio de R$ 400 mil no lançamento pode chegar a R$ 540 mil na entrega — um ganho potencial de R$ 140 mil em menos de 3 anos.
2. Imóvel pronto: liquidez e retorno imediato
Os imóveis prontos, por outro lado, oferecem liquidez e retorno mais rápido — ideais para quem quer gerar renda com locação ou precisa usar o imóvel de imediato.
Vantagens principais:
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Renda imediata: é possível colocar o imóvel para locação assim que a compra é concluída.
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Menor risco de atraso ou variação de obra: o produto já está pronto e pode ser avaliado in loco.
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Negociação direta com o proprietário: em momentos de mercado lento, há boas oportunidades com descontos expressivos.
Desvantagens:
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Entrada financeira maior: é preciso desembolsar o valor total ou financiar imediatamente.
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Menor potencial de valorização: já passou o ciclo inicial de crescimento de preço.
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Custos de manutenção e eventuais reformas: comuns em imóveis de segunda ocupação.
4. E o que esperar de 2025?
Com o início do ciclo de queda da Selic, o crédito imobiliário tende a se tornar mais atrativo — impulsionando tanto o lançamento de novos empreendimentos quanto a valorização dos imóveis prontos.
Porém, os imóveis na planta seguem com o maior potencial de retorno, especialmente em regiões em expansão como:
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Ecoville e Mossunguê (Curitiba)
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Champagnat e Água Verde
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Itapema e Porto Belo (litoral catarinense)
Essas regiões combinam baixo risco, alta liquidez e valorização acima da média, compondo o cenário ideal para quem busca ganho de capital.
5. A estratégia Brickell: o equilíbrio entre os dois
O investidor mais experiente não escolhe um ou outro — ele diversifica.
Na Brickell, estruturamos estratégias que combinam:
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imóveis na planta para valorização e revenda, e
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imóveis prontos para gerar renda passiva via locação tradicional ou curta temporada (Airbnb).
Esse modelo híbrido equilibra segurança, liquidez e rentabilidade, maximizando resultados mesmo em cenários econômicos desafiadores.
Conclusão
Tanto o imóvel na planta quanto o pronto podem ser excelentes negócios — depende do objetivo e do momento do investidor.
Se o foco for ganho de capital, compre na planta.
Se o foco for renda imediata, escolha o pronto.
Mas se a meta for crescimento patrimonial consistente, diversifique.
A Brickell auxilia investidores em todas as etapas — da escolha do empreendimento ao planejamento da saída — com curadoria de imóveis de alto potencial em Curitiba e no litoral de Santa Catarina.