Diego Nosete

O mercado imobiliário voltou a aquecer em 2025 — mesmo com a Selic ainda em patamar elevado, o investidor inteligente sabe que o imóvel certo continua sendo um dos ativos mais seguros e rentáveis do Brasil.

Mas surge a dúvida: vale mais a pena comprar um imóvel na planta ou pronto?

Ambos têm vantagens, riscos e estratégias diferentes — e entender esses detalhes pode ser a chave para dobrar o retorno sobre o investimento.


1. O potencial de valorização dos imóveis na planta

Investir em imóveis na planta continua sendo uma das formas mais eficazes de multiplicar capital no médio prazo.

O principal motivo está no ganho de valorização entre o lançamento e a entrega das chaves, que pode chegar a 20% a 40% dependendo do projeto e da região.

Vantagens principais:

  • Entrada mais acessível: o comprador paga o valor de forma parcelada durante a obra, com menor desembolso inicial.

  • Valorização durante a construção: quanto mais a obra avança, maior o preço do metro quadrado.

  • Imóveis novos, com design e tecnologia atualizados: atraem maior demanda na revenda e melhor valor de locação.

  • Baixo risco de depreciação: por se tratar de um ativo recém-construído.

💡 Exemplo prático:

Um studio de R$ 400 mil no lançamento pode chegar a R$ 540 mil na entrega — um ganho potencial de R$ 140 mil em menos de 3 anos.

2. Imóvel pronto: liquidez e retorno imediato

Os imóveis prontos, por outro lado, oferecem liquidez e retorno mais rápido — ideais para quem quer gerar renda com locação ou precisa usar o imóvel de imediato.

Vantagens principais:

  • Renda imediata: é possível colocar o imóvel para locação assim que a compra é concluída.

  • Menor risco de atraso ou variação de obra: o produto já está pronto e pode ser avaliado in loco.

  • Negociação direta com o proprietário: em momentos de mercado lento, há boas oportunidades com descontos expressivos.

Desvantagens:

  • Entrada financeira maior: é preciso desembolsar o valor total ou financiar imediatamente.

  • Menor potencial de valorização: já passou o ciclo inicial de crescimento de preço.

  • Custos de manutenção e eventuais reformas: comuns em imóveis de segunda ocupação.

     

4. E o que esperar de 2025?

Com o início do ciclo de queda da Selic, o crédito imobiliário tende a se tornar mais atrativo — impulsionando tanto o lançamento de novos empreendimentos quanto a valorização dos imóveis prontos.

Porém, os imóveis na planta seguem com o maior potencial de retorno, especialmente em regiões em expansão como:

  • Ecoville e Mossunguê (Curitiba)

  • Champagnat e Água Verde

  • Itapema e Porto Belo (litoral catarinense)

Essas regiões combinam baixo risco, alta liquidez e valorização acima da média, compondo o cenário ideal para quem busca ganho de capital.

5. A estratégia Brickell: o equilíbrio entre os dois

O investidor mais experiente não escolhe um ou outro — ele diversifica.

Na Brickell, estruturamos estratégias que combinam:

  • imóveis na planta para valorização e revenda, e

  • imóveis prontos para gerar renda passiva via locação tradicional ou curta temporada (Airbnb).

Esse modelo híbrido equilibra segurança, liquidez e rentabilidade, maximizando resultados mesmo em cenários econômicos desafiadores.

Conclusão

Tanto o imóvel na planta quanto o pronto podem ser excelentes negócios — depende do objetivo e do momento do investidor.

Se o foco for ganho de capital, compre na planta.

Se o foco for renda imediata, escolha o pronto.

Mas se a meta for crescimento patrimonial consistente, diversifique.

A Brickell auxilia investidores em todas as etapas — da escolha do empreendimento ao planejamento da saída — com curadoria de imóveis de alto potencial em Curitiba e no litoral de Santa Catarina.